Projetos de Treliça Metálica – Vários Projetos para download

Treliça mal calculada é estrutura que volta para cobrar caro. Flambagem de diagonal, detalhe de nó subdimensionado, espaçamento de terça errado — qualquer um desses erros transforma uma cobertura barata em retrabalho caro. A boa notícia é que calcular uma treliça de galpão ficou muito mais simples — e tem projeto pronto disponível para quase todo vão padrão.
A Biblioteca de Projetos do Aço tem mais de 300 projetos completos de galpões metálicos — a maioria com projeto de galpão incluindo treliça calculada. Você encontra treliças tesoura para vãos de 8 a 30 metros, com:

Para os vãos mais pedidos — 10, 12, 15 e 20 metros — tem mais de uma variação na biblioteca: uma água, duas águas, com e sem lanternim. Em vez de contratar o cálculo do zero, você pega o projeto mais próximo, faz o engenheiro responsável adaptar para a região e as cargas específicas do cliente, e já parte para o orçamento.
Quando o vão não bate com nenhum modelo da biblioteca — ou quando o cliente tem carga específica, geometria irregular, ou requisitos que exigem cálculo original — o eGalpão resolve. É um software de dimensionamento de galpões metálicos que cobre a treliça completa: geometria, cargas, esforços, perfis e detalhes de ligação.

Você informa o vão, a inclinação, o tipo de cobertura e a região. O eGalpão aplica as normas (NBR 6123 para vento, NBR 8800 para estruturas de aço) e entrega:
Para um cálculo de treliça que levaria horas na mão ou dias esperando um escritório, o eGalpão entrega em menos de uma hora — com todos os documentos para execução e aprovação.
Treliça metálica é uma estrutura formada por barras retas — banzos (superior e inferior) e diagonais — conectadas em nós. Cada barra trabalha só em tração ou compressão, sem flexão. Isso permite usar perfis menores e mais leves do que uma viga maciça no mesmo vão.
Na prática de galpão, a treliça aparece principalmente como cobertura — substituindo vigas pesadas e permitindo vãos livres de 10 a mais de 40 metros sem pilar intermediário. É a solução padrão quando o cliente quer vão grande, pé-direito controlado e custo menor que um pórtico de alma cheia.

O tipo mais usado em galpões. Formato triangular com banzo superior inclinado seguindo a inclinação do telhado. Funciona bem para vãos de 6 a 20 metros e é a escolha padrão para galpões comerciais e industriais de porte médio. É o modelo que a maioria dos projetos da biblioteca usa.
Banzos paralelos — superior e inferior no mesmo nível. Usada quando a cobertura é plana ou com pequena inclinação, ou quando a treliça funciona como viga de piso — mezanino, passarela, plataforma. Permite vãos maiores com altura de seção controlada.
Cobertura assimétrica com uma face vertical envidraçada para iluminação natural. Muito usada em galpões industriais que precisam de luz sem calor direto. O projeto é mais complexo, mas o conforto térmico e luminoso que entrega compensa em ambientes de produção.

Três etapas principais:
Vão livre, altura da treliça (tipicamente 1/8 a 1/10 do vão), inclinação do banzo superior e número de painéis. A geometria define como as cargas se distribuem entre as barras — mudar a altura ou o número de painéis muda completamente o esforço em cada diagonal.
Peso da cobertura (telha + terças), vento pela NBR 6123, sobrecarga de manutenção (0,25 kN/m² mínimo) e cargas especiais se houver. As cargas são concentradas nos nós — daí a importância da geometria bem definida antes de calcular.
Com as cargas nos nós, calcula-se o esforço em cada barra — tração ou compressão — pelo método dos nós ou por software. Com os esforços, escolhe-se o perfil adequado: cantoneira dupla, perfil U enrijecido, tubo retangular ou perfil I, dependendo do esforço e da esbeltez. As ligações metálicas nos nós são dimensionadas por último — parafusos A325 ou solda, com verificação de cisalhamento e arrancamento.
O espaçamento define a carga que cada treliça recebe e o perfil de terça necessário. Na prática:
Quem define o espaçamento é o cálculo — não a tradição ou o que “sempre foi feito assim”. Espaçamento errado subdimensiona as terças ou superdimensiona as treliças. O eGalpão otimiza esse parâmetro automaticamente.
| Vão | Altura típica da treliça | Uso comum |
|---|---|---|
| 6 m a 10 m | 0,8 m a 1,2 m | Barracão, garagem, depósito pequeno |
| 10 m a 15 m | 1,2 m a 1,8 m | Galpão comercial, oficina |
| 15 m a 20 m | 1,8 m a 2,5 m | Galpão industrial médio |
| 20 m a 30 m | 2,5 m a 4,0 m | Galpão industrial, armazém |
| Acima de 30 m | Acima de 4,0 m | Estruturas especiais |
A tesoura é um tipo específico de treliça com formato triangular e banzo superior inclinado — a versão mais comum em coberturas de galpão. Toda tesoura é uma treliça, mas a treliça pode ter outras configurações: paralela, em shed, assimétrica.
Como base, sim — com adaptação pelo engenheiro responsável para as cargas e a região específicas. Usar projeto genérico sem adaptação técnica é irregular e coloca a responsabilidade civil no executor.
Sim. O software dimensiona treliças para galpões com vãos a partir de 6 metros. Para vãos muito grandes (acima de 40 m) ou com cargas especiais, é recomendável validar o resultado com software de análise estrutural mais completo.
Depende do esforço de cada barra. Diagonais curtas em compressão pedem cantoneira dupla ou tubo — boa resistência à flambagem. Banzos em tração aceitam cantoneira simples ou chapa plana. O eGalpão ou o projeto da biblioteca já vêm com os perfis definidos para cada barra.